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Composição: Cafeína 30mg; Rhodiola rósea 200mg; Ashwagandha 100mg; Arginina 200mg; Taurina 100mg.

Cafeína: A cafeína é um composto químico pertencente ao grupo dos alcaloides e se classifica como uma metilxantina. As substâncias alcaloides são conhecidas por sua ação estimulante no sistema nervoso central (SNC). Presente em diversas espécies vegetais, como café, cacau, chá verde, erva mate, guaraná e ainda em bebidas como refrigerantes e energéticos, a cafeína é amplamente consumida pela população de uma forma geral. No entanto, no meio esportivo, a cafeína destaca-se pelo seu potencial como recurso ergogênico, sendo um dos suplementos mais consumidos em todo o mundo. Os recursos ergogênicos são quaisquer substâncias, técnicas ou equipamentos que proporcionam melhora da performance esportiva. Neste sentido, a cafeína é utilizada com o principal objetivo de postergar a fadiga e pode ser usada tanto nas modalidades esportivas que utilizam-se de metabolismo aeróbio, quanto anaeróbio, com ou sem oxigênio, respectivamente. Sua absorção pelo trato intestinal é bastante rápida, chegando a corrente sanguínea cerca de 15 a 30 minutos após sua ingestão, com pico após 60 minutos, ou seja, proporciona um efeito agudo. No entanto, alguns fatores podem interferir nessa metabolização, como peso corporal, gênero, estado de hidratação, consumo habitual de cafeína, dieta, uso de medicamentos, o que também vai interferir na quantidade de metabólitos excretados pela urina. Cada vez mais as pessoas procuram por alternativas que possam manter o estado de alerta para conseguir desempenhar as tarefas diárias. Além do consumo habitual da cafeína devido à sua presença em produtos alimentícios, ela também pode ser usada como suplemento para promover o efeito estimulante e contribuir para a melhora do foco e concentração e redução da fadiga.

Rhodiola rósea: Rhodiola rosea é uma planta nativa da Sibéria ártica, internacionalmente conhecida como “Golden Root” ou “Raiz de Ouro”. Não é à toa que essa planta da família Crassulaceae recebeu esse título. Há séculos as raízes da Rhodiola têm sido usadas pelas culturas da Europa oriental e asiática para melhorar a resistência física e o rendimento de trabalho, a longevidade, a resistência a doenças provocadas por altas latitudes, e para tratar fadiga, depressão, anemia, impotência, indisposição gastrintestinal, infecções e desordens do sistema nervoso. O ponto comum de todas essas ações reside no seu potencial adaptogênico. Ervas adaptogênicas parecem possuir função bimodal de ação, determinando efeito estimulante ou sedativo dependendo da necessidade do indivíduo diante de uma situação particular. O intento terapêutico de um adaptógeno é promover uma ótima resposta para ambos, o stress interno e externo, e prevenir morbidades induzidas pelo stress.

Ashwagandha: GINSENG INDIANO. São diversos os mecanismos pelo qual agem Ashwagandha, visto a quantidade de constituintes químicos que possui.  Anti estresse, tranquilizante e anticonvulsivante: O extrato de Withania somnifera contém substancias com efeito GABA-Mimético que a define como tranquilizante e anticonvulsivante. Também por isso pode ser indicado para tratamento da nevralgia do trigêmeo. Estudos demonstraram resultados satisfatórios como tranquilizante do sistema nervoso central em macacos, gatos e cachorros devido a presença de alcaloides. Também parece ser este o mecanismo que justifica a ação contra insônia.  Cognitivo: Aumenta a capacidade cognitiva do cérebro, melhora a atenção. Este efeito pode ser explicado devido ao extrato aumentar a capacidade dos receptores muscarínicos.  Tixotrópico: O aumento significativo de T4 indica que Withania somnifera exerce um efeito tixotrópico a nível glandular (níveis de T3 não alteram). Também pode estimular a glândula tireoidal de maneira indireta através do sistema antioxidante. O extrato aumenta a atividade da catalase neutralizando radicais livres que podem causar danos celulares. Resultados indicam que Ashwagandha pode ser útil no tratamento do hipotireoidismo.  Imunomodulador: Muitos estudos demonstraram o efeito imunomodulador da planta. Em testes com ratos foi observado que quando foi dado o extrato pulverizado da raiz a quantidade de leucócitos aumentou e deu espaço a uma diminuição da hipersensividade; a atividade de fagócitos aumentou. Foi descoberto que Withania somnifera aumenta (em doses dependentes) a atividade da nitrato sintase nos macrófagos. O incremento na síntese de óxido nítrico (NOX) estimula a atividade bactericida dos macrófagos. Em casos de HIV, o extrato reduz a carga viral e aumenta a quantidade de células CD4, e assim tem uma significativa melhora sintomatológica.  Hipolipedêmico:  Ashwagandha reduz a concentração plasmática de triglicerídeos LDL e aumenta a síntese de HDL, reduzindo o desenvolvimento de aterosclerose. Também foi comprovado que reduz a síntese de triglicerídeos.  Anticarcinogênico e radiosensibilizante: Foi demonstrado que withanolides aumentam a radiosensitividade in vivo de tumores malignos. Também retarda o desenvolvimento de culturas de diferentes células como as do carcinoma de faringe ou de mamas e alguns outros neoplasmas, provavelmente, devido a redução de glutationa em células malignas.  Rejuvenescedor: Em um estudo com homens acima dos 50 anos, Ashwagandha mostrou aumentar os níveis de hemoglobina e eritrócitos. Desta forma também comprovou-se o aumento da concentração de melanina nos cabelos e redução dos níveis de colesterol no sangue. Além disso, aumento da concentração de Cálcio nas unhas e relatos dos pacientes de melhora na performance sexual.

Arginina: A Arginina estimula a hipófise, aumentando a secreção do hormônio de crescimento; isso explica sua ação queimando gorduras e promovendo o desenvolvimento da massa muscular. Durante o exercício físico, através de desaminação das proteínas, o organismo produz grande quantidade de amônia. O aumento na concentração de amônia por sua vez produz um aumento de lactato sangüíneo, ocasionando a fadiga muscular. A Arginina e a Ornitina convertem a amônia em uréia (30 vezes menos tóxica) diminuindo, assim, a fadiga muscular. Esse aminoácido pode ser produzido pelo corpo humano; no entanto, em recém-nascidos e em certos casos de saúde, a produção pode não atender as necessidades mínimas. As melhores fontes de L-Arginina são chocolate, coco, laticínios (leite e queijo), gelatina, carne, aveia, ovos, amendoim, soja, nozes, farinha de trigo, trigo e germe de trigo.

Taurina:  A taurina, também conhecida como ácido 2-aminoeranossulfonico ou l-taurina, é um ácido orgânico encontrado na bílis, fluído produzido pelo fígado. Ela é um dos aminoácidos não-essenciais (pelo fato de ser produzida durante a fase adulta humana e porque é encontrada em diversos alimentos, como peixes, carnes e laticínios) mais abundantes do organismo, encontrado em diversos sistemas e órgãos vitais, como sistema nervoso central, coração, cérebro, intestino, ossos e músculos esqueléticos. A taurina é sintetizada no fígado e no cérebro a partir da metionina e cisteína (aminoácidos que irão compor proteínas), juntamente com a vitamina B6, a qual ajuda no metabolismo das proteínas. Considerada um ácido sulfônico, a taurina é produzida por meios naturais e tem grande importância na absorção dos lipídios pelo intestino delgado. A taurina possui muitas utilizações e é essencial em muitas das funções do corpo humano. Vamos conhecer, a seguir, alguns outros usos desse composto, analisando, também, a forma em que esta age no corpo se associada a outras substâncias. Em especial, daremos ênfase ao uso da taurina como suplemento para os interessados em usufruir de seus efeitos durante a dieta e exercícios físicos, recomendando, também, a suplementação desse composto devido à grande importância de seus efeitos no corpo humano. Uma das funções da l-taurina é agir como transmissor metabólico e fortalecer as contrações cardíacas. Porém, como uso mais popular, podemos citar o fato de que a taurina é utilizada como suplemento energético devido ao seu efeito desintoxicante. Ela age facilitando a excreção pelo fígado das substâncias que já não são mais úteis para o organismo. Além disso, a taurina também intensifica os efeitos da insulina, tornando-se responsável por um melhor funcionamento do metabolismo da glicose e dos aminoácidos, auxiliando no anabolismo. A taurina ainda é útil como inibidora dos neurotransmissores, sendo utilizada para prevenir e sedar estados cerebrais excitáveis (como convulsões em epilépticos).